Eu escrevi um poema triste E belo, apenas da sua tristeza. Não vem de ti essa tristeza Mas das mudanças do Tempo, Que ora nos traz esperanças Ora nos dá incerteza... Nem importa, ao velho Tempo, Que sejas fiel ou infiel... Eu fico, junto à correnteza, Olhando as horas tão breves... E das cartas que me escreves Faço barcos de papel!
Algumas pessoas cantam De quando outras amaram Alguns poetas sabem fazer Da sua poesia chover felicidade
Alguns alguéns são melhores que eu Outros outréns são vistos bem Humano demasiado humano Me deixo levar pela sua presença
Me escolte até o seu corpo Me prenda aos seus pulsos Marca minha carne com seus triunfos E com seus grandes erros
É isso o que sou Mais um alguém no meio de alguns Um perdido individuo onde só vivem pessoas Um poeta no lugar onde as letras não existem Pra você, apenas mais um...
(improvisando uma poesia na hora da postagem, não gostei do resultado, um dia melhoro e posto ela de novo)
Diz-se que o tempo irá mudar Que não mais sorrisos sairão de nós Diz-se que o vento irá curar A ferida aberta nos nossos corações
Tudo se foi para o livre e longe Onde nossos passos não podem chegar Nada é mais como era ontem Até seus beijos de lábios trocaram
Em outros corpos tento te encontrar Segurar seus sorrisos, de amor me banhar Mas você já se foi, pra não mais voltar Era certa a profecia de que tudo iria mudar.
"A aceitação da dor é o primeiro passo para suportá-la, caso contrário, o pessimismo, a impaciência e a intolerância, poderá transformá-la num fardo além de suas forças."